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O regime contributivo é geralmente gerido por instituições autónomas de direito público, baseando-se no mecanismo do seguro social – isto é, da partilha dos riscos e financiamento pelos beneficiários. Em relação aos riscos cobertos, a proteção social do Estado tem-se mantido substancialmente associada ao trabalho assalariado formal e aos riscos decorrentes do exercício das atividades laborais, designadamente a perda ou redução do salário resultante de doença, maternidade, acidentes de trabalho e doenças profissionais, desemprego, invalidez e morte. A essas medidas junta-se a concessão de cuidados médicos e o pagamento de prestações às famílias com filhos.


Referência: 
Manual de administração da segurança social (BIT)